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A faculdade de Economia não é só números! Ela também é perfeita para quem gosta de política e quer ficar por dentro do que acontece no mundo.

Se você tem facilidade com matemática, mas não dispensa um bom debate filosófico e político, pode se dar muito bem nessa área.

Quer saber mais sobre a faculdade de Economia? Neste post, vamos mostrar informações valiosas sobre esse curso.

Estamos aqui para ajudar você a se sentir seguro e preparado antes de ingressar nessa jornada. Venha com a gente!

Como é a faculdade de Economia?

Para começar, como é a faculdade de Economia? Esse é um curso voltado para a compreensão da dinâmica econômica e financeira de nossa sociedade.

Como o sistema econômico impacta o dia a dia das pessoas? Como os agentes sociais, como empresários e investidores, podem interferir ou se adaptar às grandes transformações na economia em nosso tempo? Como analisar as condições da empresa para pensar em estratégias de negócio?

Essas são algumas das grandes questões que as Ciências Econômicas buscam responder. Mas, para isso, é necessário recorrer a uma série de conhecimentos financeiros, de estatística e cálculo. 

Mas também é muito importante compreender a história do pensamento econômico, além de identificar como tudo isso influencia os mercados locais.

E aqui está mais uma dica valiosa: aproveite todos os projetos e programas acadêmicos que a sua universidade oferece. Faça cursos de extensão, participe de eventos e viva esses anos de graduação intensamente.

Todas essas experiências vão te ajudar a ter uma boa experiência e formação integral, recheada de conhecimento atualizado.

Além de serem uma ótima chance para fazer bons contatos: quem sabe por meio deles você não descola um estágio ou até mesmo um emprego?

Ainda será uma oportunidade para que você descubra quais áreas e setores da Economia atraem mais o seu interesse.

Quanto tempo dura a faculdade de Economia?

Agora, vamos ao que interessa: com tantas atividades e conteúdo, quanto tempo dura a faculdade de Economia? Bem, é um curso que dura geralmente 8 semestres, com carga horária de 3200 horas. Parece muito, né? Mas esse tempo passa voando!

A modalidade de bacharelado prepara o profissional para atuar tanto no setor privado quanto público.

Outro detalhe: todo mundo se pergunta se a Matemática rola solta no curso de Economia. E a resposta é sim! Mas nada de se intimidar por isso, viu?

Se você tem o feeling para a disciplina, vai se dar muito bem. E nada do que muita dedicação aos estudos não possa ajudar. Sem contar que existem muitas outras matérias legais no curso de Economia, que você descobrirá daqui a pouco na leitura.

Faculdade de Economia: preço?

Por último, mas não menos importante, muita gente também se pergunta o preço de uma faculdade de economia.

O que a gente pode dizer é que as mensalidades variam bastante. E você ainda pode tentar bolsas ou ganhar descontos oferecidos pela própria instituição.

Portanto, pesquise muito e não deixe de lado o seu sonho de estudar Economia!

8 fatos sobre a faculdade de Economia

Agora sim, conheça 8 fatos sobre a faculdade de Economia e veja se você se identifica com a proposta do curso!

1. Economia é uma coisa, Ciências Econômicas é outra

O que não podemos deixar de saber é que Economia e Ciências Econômicas são coisas diferentes.

Basicamente, Economia é o fenômeno em si, é o conjunto de relações que acontecem no mercado financeiro mundial atualmente.

Já as Ciências Econômicas são os conhecimentos acumulados e que podem ser mobilizados para estudar e compreender a Economia. Entendeu?

Se ainda restam dúvidas, não tem problema, pois temos um artigo aqui no blog da FECAP, que mostra exatamente isso: Ciências econômicas é Economia?

2. Exatas e Humanas se encontram

O que se aprende na faculdade de Economia? Essa é uma dúvida comum entre os futuros alunos. E a resposta é: muitas coisas diferentes entre si.

Isso acontece porque conhecimentos das áreas de Humanas e da área de Exatas são necessários para compreender e estudar a economia mundial.

Por isso, é melhor se preparar para se dar bem tanto em uma coisa quanto em outra, viu?

Na grade curricular dessa graduação costumam aparecer disciplinas como:

  • cálculo;
  • macro e microeconomia;
  • administração;
  • contabilidade;
  • análise de dados;
  • finanças;
  • história econômica geral;
  • formação econômica do Brasil;
  • história do pensamento econômico.

Ou seja, vai ter dias com cálculo e dias com textos teóricos. E quem conseguir expandir seu conhecimento em ambas as áreas com certeza vai se destacar!

Mais uma vez, vale a pena reforçar: fique tranquilo em relação à Matemática e aos cálculos. Eles serão usados de formas muito mais interessantes do que você imagina!

Já pensou em aplicar estatística para entender o comportamento de consumo do público de uma empresa? Ou entender exatamente como os números são utilizados para desenvolver um sistema econômico?

Ou, ainda, compreender, por meio de porcentagens e fórmulas, as tendências e perspectivas do cenário econômico de vários países?

Pois é! Essa disciplina não se limita a juros e taxas. As possibilidades vão muito mais além e têm aplicabilidades ainda mais profundas nas atividades da profissão.

3. Economista: perfil analítico e estratégico

Quem se forma em Ciências Econômicas geralmente apresenta um perfil analítico com um olhar estratégico. O que isso significa?

Significa que ser economista vai muito além de trabalhar na bolsa de valores.

Na verdade, profissionais com perfil analítico são capazes de conduzir estudos e relatar seus resultados. Desta forma, o gestor poderá decidir quais caminhos seguir.

Em uma empresa, esse tipo de profissional é essencial. Isso porque sua análise detalhada do contexto financeiro, econômico e social de um mercado é muito valiosa para o planejamento dos negócios.

Mas outras habilidades também são muito valorizadas. Por exemplo:

  • capacidade de abstração;
  • foco e concentração;
  • criatividade;
  • aptidão para inovar;
  • jogo de cintura para lidar com problemas complexos;
  • postura para enfrentar desafios.

Quer saber sobre isso em mais detalhes? Conheça o perfil do aluno de Ciências Econômicas.

4. O economista é muito procurado em tempos de crise

Quando pensamos no contexto de crise econômica gerada por instabilidade financeira, política ou de saúde pública, o economista certamente é um dos profissionais mais lembrados.

Quem faz faculdade de Economia é capaz de pensar em situações para manter a economia funcionando, mesmo nos momentos mais tensos.

Não tem segredo: quando as coisas ficam complicadas, as empresas precisam de análises econômicas bem aprofundadas para tomar decisões que levem ao sucesso.

Por isso a formação acadêmica é tão importante.

Aliás, já falamos sobre isso aqui no blog, no post 6 profissões em alta em cenários de crise.

Para fechar esse tópico, aí vai mais um exemplo prático e recente quando se trata de tempos de crise e Economia. A pandemia!

Durante esse período, o papel dos economistas se tornou ainda mais importante.

Além da análise e coleta de informações importantes sobre o impacto dos acontecimentos na economia mundial, eles também trabalham para prever e organizar o cenário econômico do futuro.

Sem esse trabalho, provavelmente não seria possível nem mesmo que países enviassem ajuda humanitária a outros.

Ou ainda, que o investimento em vacinas e pesquisas pudesse ser distribuído.

5. Mercado de trabalho amplo

As possibilidades de atuação do economista são bem variadas.

Entre as empresas que mais contratam economistas estão os bancos, seguradoras, agências de transações financeiras e corretoras.

Também existem oportunidades de trabalho com oferta de consultoria financeira e econômica, além de cursos práticos para pequenas e médias empresas.

No setor público, as possibilidades de atuação estão principalmente em cargos de confiança, como secretarias municipais, estaduais e de ministérios.

Além disso, é possível atuar em bancos públicos e instituições de ensino superior ou de nível técnico.

Ou ainda, construir uma carreira acadêmica e trabalhar como professor em universidades. Para isso, vale lembrar que é preciso ter mestrado ou doutorado. Então, de quebra, o profissional ainda se torna um pesquisador da área.

5.1. Qual o salário de um economista?

O salário de um economista, em média, é de R$ 6.016,00 no Brasil. Cargos que exigem menos experiência podem pagar menos do que isso.

Assim como cargos mais elaborados pagam mais, de acordo com o currículo do profissional. E quem ganha mais no mercado de trabalho? Diretores e gestores costumam ter os maiores salários dentro de empresas.

Cargos públicos também costumam pagar muito bem. Os analistas têm um salário bom, e podem, com o passar do tempo, evoluir ainda mais na profissão para aumentarem seus ganhos.

Daí a importância de continuar sempre estudando e investindo em novos conhecimentos. Um profissional atualizado tem muito mais visibilidade no mercado, e tende a ganhar mais, certo?

Se você quer saber mais sobre como é a vida de um economista, veja só o seguinte conteúdo: Como é o dia a dia do economista.

6. Oportunidades de estágio

E já que falamos de mercado de trabalho, é importante relembrar que ao final da faculdade de Economia, é preciso encarar um estágio obrigatório. 

É claro que, ao longo do curso, também podem surgir outras oportunidades e você pode começar a trabalhar antes que esse momento chegue.

Mas, onde um economista pode estagiar? Essa será a primeira oportunidade que você terá dentro da faculdade de exercer sua profissão.

Um estagiário da área pode atuar em diversos setores de empresas, indústrias, consultorias e escritórios financeiros. Além disso, pode começar a se inserir no mercado financeiro, e conseguir estágio em bancos e corretoras.

O setor público também abre vagas de estágio, então vale a pena ficar de olho.

7. A rotina de estudos é intensa

Sim, a rotina na faculdade de Economia é bastante intensa. Portanto, é essencial gostar de estudar!

As disciplinas do curso costumam ser puxadas, e você terá que se dedicar para fazer as provas e trabalhos solicitados.

Entretanto, será preciso ir mais além. O economista é um profissional que precisa sempre ficar antenado com o que rola no Brasil e no mundo.

E não apenas no mercado financeiro! É preciso se atentar a cenários políticos e sociais, acontecimentos impactantes e conhecimentos gerais, porque tudo isso influencia diretamente a Economia.

As informações consumidas diariamente para além do conteúdo acadêmico ainda permitem que você desenvolva ainda mais suas habilidades analíticas.

Essa intensidade é, inclusive, uma maneira para se preparar para o dia a dia agitado de um economista. Ou seja, você saberá exatamente como se organizar para enfrentar os desafios do futuro.

8. A tecnologia será uma grande aliada

Uma boa faculdade de Economia precisa ter a grade curricular atualizada. Isso significa que, boa parte do conteúdo do curso estará relacionado ao uso de tecnologia.

Hoje, o mercado de trabalho da área funciona totalmente voltado para recursos tecnológicos.

Você com certeza já ouviu falar sobre pagamentos virtuais, serviços em nuvens, e fintechs, as startups do setor financeiro.

Tudo isso influencia muito no trabalho de um economista. E começar a se inteirar sobre o assunto logo na faculdade será essencial.

Sem contar que, na era da transformação digital, esse domínio também faz a diferença para quem quer se destacar e atuar na profissão de maneira mais completa. Então não fique para trás!

Faculdade de Economia: um caminho cheio de possibilidades

Quem se forma na faculdade de Economia tem diante de si várias oportunidades. Mas, como saber qual caminho seguir?

Pensando nisso, a gente preparou para você um infográfico incrível, que apresenta um panorama completo sobre o curso e o mercado para um economista. Confira agora e descubra ainda mais possibilidades dessa área!